O nosso blog
Este blog pretende dar informação das actividades que desenvolvemos nas aulas ao longo do ano...
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14 de maio de 2011
Aula do Francisco
13 de março de 2011
27 de janeiro de 2011
Poesia do ciclo da água
O Ciclo da Água
O ciclo da água corre,
corre sem parar.
Com a evaporação começa,
e com a precipitação vai acabar.
1,2,3
4 fases ele tem.
Mas não se preocupem,
que mais ainda vem.
Lá no cimo da atmosfera,
a água se vai condensar.
Vai formar uma nuvem,
que não podemos alcançar.
Com uma nuvem tão cheinha,
a precipitação está a chegar.
Vai voltar para os mares,
em que podemos todos nadar.
28 de novembro de 2010
Actividade no Centro de Recursos

Fomos participar numa actividade do Centro de Recursos da nossa escola. A Professora São Jacob leu-nos uma poesia "Dança do Vento". A partir da mesma fizemos um trabalho em grupo em que trocamos a parte final da poesia por outras palavras, mas mantendo o sentido. Cada grupo escolheu um porta voz que leu a poesia reescrita a toda a turm
a.
a.9 de novembro de 2010
Cidade Romana da Amaia
No dia seis de Novembro fui visitar a Cidade Romana da Amaia. Nós íamos para Castelo de Vide e depois passámos pelas ruínas. Estacionámos o carro e entramos por um portão. Comprámos o bilhete que custou dois euros. O Senhor disse que havia um museu e fomos visitá-lo. Havia uma colecção de joalharia, de lápides e outras coisas mais. Depois fomos a uma espécie catacumbas de Roma. Seguimos para um auditório onde fazem as reuniões. Seguimos uma seta que
dizia: porta sul, termas e fórum. Chegámos ao forum e subimos umas escadas e tivemos de atravessar a estrada. Seguimos para a porta sul. No fim regressámos até Portalegre, passando pela Portagem.
dizia: porta sul, termas e fórum. Chegámos ao forum e subimos umas escadas e tivemos de atravessar a estrada. Seguimos para a porta sul. No fim regressámos até Portalegre, passando pela Portagem.Texto de Gil José Santos Pereira
21 de outubro de 2010
A Viagem de Vasco da Gama

Num dia um Homem muito famoso chamado Vasco da Gama quis ser um descobridor. Disse à mãe:
- Quero ser descobridor.
A mãe disse:
- Não...
O Vasco chorou, chorou, junto ao mar olhando para os barcos dizendo:
- Não posso acreditar!
Uma pessoa viu-o a chorar e perguntou:
- O que tens?
E o jovem respondeu:
- Eu gostava de ser descobridor.
A pessoa disse:
- Não te preocupes, eu vou falar com os teus pais.
A pessoa foi falar com os pais do jovem e exclamou:
- Olá, eu chamo-me Pedro Álvares Cabral, sou de Belmonte, muito prazer...
- Os pais disseram:
- O que quer falar?
- Quero falar sobre o seu filho que ser descobridor.
Os pais responderam:
- Já não se fala disso...
-Um dia os pais do Vasco da Gama vão de viagem e Vasco da Gama realizou o seu sonho. Foi para a escola de navegadores, aprendeu tudo sobre o mar.
Quando era mais velho decidiu descobrir o caminho marítimo para a Índia.
Anos mais tarde faleceu e foi foi sepultado no Mosteiro dos Jerónimos como forma de o lembrarmos.
O autor: Gil José Santos Pereira
19 de outubro de 2010
Ler é aprender
13 de outubro de 2010
O gatinho
Quando fui a casa do meu priminho,vi lá um gatinho.
Esse gatinho,
gostava muito de peixinho.
Esse gatinho era muito brincalhão,
e também chorão.
O gatinho Leão fugia,
quando via a tia.
O gatinho queria,
sempre um miminho.
O gatinho Leão,
deu um grande trambolhão.
O gatinho brincava no quartinho,
com o seu macaquinho.
E assim vos escrevi a poesia do gatinho,
e do seu priminho.
Ana Isabel
11 de outubro de 2010
O Outono
Brincar com o alfabeto

A Ana Teresa fez uma bonita poesia a partir do alfabeto:
Andar a pé, mas que bom!
Brincar na areia,que grande ideia!
Correr e saltar, alegria no ar!
Dançar, para não me cansar!
Estar cansada, para não me atrapalhar!
Farei o melhor , não o pior!
Ganhar, para falar!
Hoje vou à escola, com coisas na sacola!
Irei com fita cola!
Joguei e venci, porque escolhi!
Livros novos, amigos novos!
Medo de ouvir a mãe a ralhar, por não estar a trabalhar!
Nada de pensar, para estudar!
Ouvir o professor, com muito humor!
Parar de estudar, para brincar!
Querer aprender, para saber!
Rir, para me divertir!
Sonhar, para acordar!
Trabalhar, sem me cansar!
Uvas na sacola, que levo para a escola!
Verão a acabar, o inverno a começar!
Xilofone a tocar, para festejar!
Zebras na selva, nós na relva!
Brincar na areia,que grande ideia!
Correr e saltar, alegria no ar!
Dançar, para não me cansar!
Estar cansada, para não me atrapalhar!
Farei o melhor , não o pior!
Ganhar, para falar!
Hoje vou à escola, com coisas na sacola!
Irei com fita cola!
Joguei e venci, porque escolhi!
Livros novos, amigos novos!
Medo de ouvir a mãe a ralhar, por não estar a trabalhar!
Nada de pensar, para estudar!
Ouvir o professor, com muito humor!
Parar de estudar, para brincar!
Querer aprender, para saber!
Rir, para me divertir!
Sonhar, para acordar!
Trabalhar, sem me cansar!
Uvas na sacola, que levo para a escola!
Verão a acabar, o inverno a começar!
Xilofone a tocar, para festejar!
Zebras na selva, nós na relva!
6 de maio de 2010
"A árvore Generosa"
Era uma vez uma árvore que gostava de um menino. Todos os dias a ia visitar. Juntava as folhas e fazia coroas; subia ao tronco; comia as suas maçãs; baloiçava-se nos seus ramos; brincava às escondidas e descansava à sua sombra... O menino cresceu e deixou de a visitar e ela ficava triste. Quando voltou o menino pediu-lhe dinheiro. A árvore deu-lhe maçãs para vender. Ela ficou feliz.
O menino continuava a crescer, era um homem. Quando voltou ele pediu-lhe uma casa e ela deu-lhe os seus ramos. Ela ficou feliz.Passado muito tempo ele voltou e pediu um barco para viajar. Deu-lhe o tronco para o fazer. Ela ficou feliz, mas não muito.Quando era idoso, ele
voltou e a árvore ficou feliz que até mal conseguia falar. Ela não tinha mais nada para lhe oferecer. O menino precisava de um sítio sossegado para descansar. Sentou-se no toco da árvore...
voltou e a árvore ficou feliz que até mal conseguia falar. Ela não tinha mais nada para lhe oferecer. O menino precisava de um sítio sossegado para descansar. Sentou-se no toco da árvore...A árvore ficou feliz...
Resumo colectivo do livro "A Árvore Generosa" de Shel Silverstein, publicado pela primeira vez em 1964
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